| Objectivos:
1. Entender as diferentes literacias implicadas no uso das TIC. Pensar a Literacia para o uso da informação, perspectivando a sua integração no percurso formativo dos alunos e nas actividades curriculares de forma a produzir alterações no processo ensino-aprendizagem;
2. Entender a mudança, identificando pontos críticos chave: a abordagem construtivista do conhecimento; a integração de recursos no processo de ensino-aprendizagem; a aprendizagem baseada em problemas; o trabalho de projecto;
3. Entender a missão da Biblioteca Escolar e o seu trabalho neste contexto;
4. Formar para as literacias digitais e da informação, capacitando os formandos para o uso efectivo e crítico dos recursos existentes na Biblioteca Escolar e/ou outros espaços físicos ou virtuais;
5. Desenvolver competências associadas ao uso da Internet e dos dispositivos que medeiam o acesso à informação. O catálogo e outros dispositivos de disponibilização relacionados com a gestão da informação: bases de dados, directórios, portais e outros;
6.Compreender o processo de pesquisa e de construção do conhecimento baseado no uso de recursos de informação, reflectindo sobre as vantagens do desenvolvimento das literacias no processo ensino-aprendizagem. O papel dos modelos de pesquisa
7. Reconhecer o valor da definição de uma estratégia comum e integradora a nível da Escola/ Agrupamento para o uso da informação.
Conteúdos:
1. TIC e novos contextos e dispositivos digitais. Literacias implicadas. Definição de conceitos. a. Literacias básicas. Literacias críticas no contexto da tecnologia e da Sociedade do Conhecimento b. As literacias digitais e da informação. Ligação às práticas formativas e curriculares. A mudança.
2. Biblioteca escolar a. A biblioteca escolar: missão e função no contexto da mudança b. Apropriação/integração dos recursos educativos digitais (RED) nas práticas do processo ensino-aprendizagem c. Organização da informação relacionando-a com os objectivos da escola/aprendizagem d. Criação de instrumentos de apoio às práticas pedagógicas.
3. Exploração dos recursos físicos e digitais ou outros existentes na biblioteca escolar, no portal da Escola/Agrupamento e outros. a. Exploração de conteúdos e ferramentas, numa perspectiva integradora do trabalho escolar. b. Reflexão sobre o valor dos recursos de informação nas práticas de ensino-aprendizagem e na construção da autonomia dos alunos.
4. Utilização integradora de dispositivos ou equipamentos que permitam o acesso e produção de informação. a. A Internet como ferramenta de trabalho na sala de aula e em contextos de trabalho individual e colaborativo. b. Conhecimento dos instrumentos facultados pela Internet (redes sociais, blogs, wikis…). c. Problemáticas associadas ao seu uso.
5. Processo de pesquisa e construção do conhecimento. a. O processo de pesquisa; etapas do processo de pesquisa; motores de pesquisa b. Literacias implicadas no processo de pesquisa c. A ética da informação
6. A construção de uma escola promotora de literacias e competente no uso dos recursos de informação. a. Plano e estratégia no contexto da Escola/Agrupamento. Estratégias e práticas indutoras de mudança b. O trabalho dentro e fora da sala de aula c. O trabalho inter e transdiscplinar
7. Avaliação. Processo formativo a. A avaliação incide sobre as propostas realizadas no decurso da formação b. Questionários a realizar c. Reflexão individual sobre o processo formativo
Metodologias:
Esta acção de formação terá a duração de 15 h. Sugere-se que seja organizada em 5 sessões.
Este curso de formação engloba diversas metodologias. O formador deve ter um papel de promotor e facilitador de reflexão permanente com os formandos sobre o papel das TIC, dos dispositivos/equipamentos e recursos de informação existentes na Escola/Agrupamento e na sua articulação com o currículo. As sessões de formação devem ser organizadas com base nos conhecimentos que os participantes detêm e nas expectativas destes, face ao módulo de formação proposto.
Devem ser criadas oportunidades de trabalho individual e em grupo, privilegiando propostas de actividades integradoras de carácter prático, com a preocupação da ligação com os contextos e as vivências profissionais dos formandos, que apontem novos caminhos e metodologias que se traduzam em práticas inovadoras com os alunos.
É fundamental prever momentos e espaços de partilha de experiências e trabalho produzido que pode ser realizado nas sessões presenciais e/ou com recurso à utilização de plataforma. A plataforma a usar pode/deve disponibilizar documentação de apoio essencial como recurso complementar e orientador deste módulo de formação. Atendendo à escassez de horas de formação as actividades práticas podem ser realizadas em alternativa: grupos de formandos realizam planos formativos de aula, outros grupos realizam a análise SWOT à situação da Escola/Agrupamento.
Regime de Avaliação dos Formandos:
Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais
Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escola de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores - Insuficiente; 5 a 6,4 valores - Regular 6,5 a 7,9 valores - Bom 8 a 8,9 valores - Muito Bom 9 a 10 valores - Excelente |